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Divulgação Espírita

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Mensagem do Presidente - Arnaldo Casteira

O mundo atravessa uma fase de mudança profunda, que foi notória desde que estalou a grande crise económica e financeira de há dez anos a esta parte. Vimos dizendo que se tratou de uma crise moral de grande envergadura e isto por que a ambição do Homem, da ânsia de poder e o descalabro das guerras entre muçulmanos e, naturalmente, a entrada desproporcionada dos chamados países ocidentais, e não só, desencadeou um processo irreversível e descontrolado que vem sendo responsável por catástrofes, tragédias humanas que fazem com que a segurança de pessoas e bens esteja permanentemente ameaçada.


Por isso assistimos a uma debandada desordenada de cidadãos dos países do Médio Oriente, muitos, sem dúvida, em busca de paraísos perdidos, muitos outros organizados em grupos extremistas e de fanáticos religiosos, que começaram desde logo a fazer sentir o seu fanatismo ancestral. As tragédias sucedem-se, a insegurança instalou-se, e os organizados países ditos desenvolvidos começas a manifestar incapacidade para debelarem a situação em vias de se tornar dramática.


Mas… porque se estará a passar tudo isto? Por que razão à mistura com estas catástrofes de que o homem é responsável, outras, naturais, surgem por toda a parte ameaçando as sociedades ditas evoluídas?


Para nós, espíritas, seria fácil encontrar as causas remotas ou próximas. O homem perdeu o endereço de Deus, a Natureza está criada e nada se perde, e, de tão maltratada que tem sido, não pode deixar de «se revoltar», causando o sofrimento e, em certos casos o desespero, atingindo os endividados espíritos reencarnados que só podem acordar em face das dores e dos sofrimentos que se vão espalhando de uma forma generalizada.

A tragédia que se abateu sobre Portugal, um país a coberto de terramotos, de tsunamis, e outras catástrofes naturais, foi uma surpresa generalizada, impensável antes, apesar do alerta dado pelas próprias autoridades que anunciavam uma onde de calor excepcional, mas que, talvez a pretexto de um controlo de défices, não haja tido em consideração a disponibilização de meios aéreos para enfrentar qualquer tragédia que poderia estar eminente.


Não chega que os governantes se abracem no local da tragédia, para a reportagem. É necessário que assumam os seus erros, as suas imprevidências, e decidam barrar os interesses escusos para enveredarem por um caminho de soluções em que aqueles que são responsáveis pela organização civil de prevenção, se deixem de posar para a posteridade e encetem um trabalho de reordenamento florestal, de limpeza das matas, de trabalho cívico em prol daqueles que mais sofrem e menos têm.


E nós, espíritas, nos deixemos de questiúnculas menores, de ideias esclerosadas, e nos preparemos para socorrer aqueles que nos procurarem, ou a quem nos devemos dirigir, para levar o consolo àqueles que não conseguem perceber por que a dor os atinge no mais profundo do ser.


Não será tempo de transformarmos as nossas casas espíritas em serviço de urgência?


O Espiritismo não precisa de ser actualizado. Os espíritas é que precisamos de rever a nossa maneira de estar nesta sociedade onde os religiosos, esclerosados pela rotina, não conseguem ir ao encontro daqueles que sofrem.

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